eu fiquei feliz, claro. mas... aquela falta, um estranho quê no meu coração, insistia em permanecer. como um vazio, um nada que precisava ser preenchido.
constantemente, perguntava ao meu pai, se não teria feito um irmão para mim, lá por terras de angola. afinal, ele esteve nesse país por mais de dois anos[numa guerra que, ainda hoje, ele não consegue perceber o porquê]... a minha mãe ficava de todas as cores[é que eu perguntava isto sempre em ocasiões de festas, durante o almoço]. não. tenho a certeza que não...
há quem não entenda esta sensação de a conhecer há décadas, apesar de a ter conhecido só há três anos. também há quem julgue, somente pelo facto, de tê-la conhecido aqui, neste mundo virtual.
no entanto, é assim... conheço-a desde sempre e sinto-a como parte de mim. penso nela todos os dias e não me durmo sem lhe enviar um beijinho de bons-sonhos[quando fecho os olhos, antes de adormecer].
resta-me um até de repente...





























































