sexta-feira, 30 de setembro de 2011

{repost}

@

adoro estudar: uma verdadeira marrona. desde menina que sou assim. nas férias grandes, levava sempre duas malas para trás-os-montes [onde passava todo o mês de agosto]: uma mala com roupa, a outra com os livros da escola. quando chegava às aulas, já tinha as lições quase todas estudadas e os exercícios quase todos resolvidos. e era assim com todas as matérias.


[bem, a minha relação com a matemática não era famosa: tinha um ódio de estimação pelos números porque o meu pai decidiu que eu tinha que ser como ele e, sempre que estava comigo, obrigava-me a recitar a tabuada (sempre salteada), a resolver problemas, adições, subtrações, multiplicações, divisões... uma verdadeira tortura. entretanto, vi-me obrigada a colocar o ódio à matemática de lado devido ao meu curso. e, confesso, que fiquei fã da dita]


uma das minhas matérias preferidas era a história de portugal. eu conseguia estar horas seguidas a ouvir aquelas histórias sobre as mulheres e os homens que tornaram o nosso país, a "cabeça" da europa. eu tinha um orgulho em ser portuguesa... descobrimos terras, enfrentámos medos, abrimos caminhos... sim, portugal era um povo nobre com heróis em terra e no mar... uma nação valente e imortal.
[imortal, não. o rei está morto]


da cabeça passámos para a cauda. o país tornou-se pequeno, ridiculamente, pequeno. os ricos [cada vez mais ricos] sufocam os pobres [cada vez mais pobres]; a violência junta-se à criminalidade e de mãos juntas com a impunidade, tomam conta da sociedade; o desemprego traz ainda mais fome para as mesas dos portugueses cada vez mais desesperados, mais desanimados... mais deprimidos; desactivam-se caminhos de ferro, as escolas fecham, as aldeias ficam desertas... a agricultura morre. o que não morre, o português [perdido, louco...] mata com um fósforo ou um isqueiro.


a cauda da europa...

e a culpa é nossa. porque o permitimos. todos, de uma maneira ou de outra, contribuímos para esta queda abismal: passámos de nação conhecida [temida por uns e admirada por outros] para um pedaço de terra que ninguém conhece. ou até conhece, porque somos parte integrante dos pigs .


estamos a cair a pique e nada nem ninguém parece conseguir amortizar a queda.


[o rei está morto. viva o rei. viva portugal]

post recuperado porque este país vai de mal a pior... muito pior... e ainda há pessoas - muitas - que defendem personagens como joão jardim e isaltino! serão estas - muitas - pessoas: estúpidas, burras ou, somente, ignorantes? parece-me que são uma amálgama disto tudo.

o povo -  antes, nobre - está podre. como uma maçã. caida no chão. quase desfeita... a feder...

domingo, 25 de setembro de 2011

{happy days}


[frango cremoso com leite de coco e caril]

sábado, 24 de setembro de 2011

{adietar*: quando o sonho fica para trás...}


o meu sonho era ser bailarina. desde menina. não eram o tutu de cor branca ou as sapatilhas de meia ponta que apelavam aos meus sentidos. ser leve como uma pluma, desafiar a gravidade e dançar com o vento, sem imposições do meu corpo. desmaterializar-me. transformar-me numa entidade etérea, volátil.

trabalho constante. auto-controle. persistência. disciplina. [eterna]busca do prefeccionismo. coragem. determinação. técnica. precisão. equilíbrio. flexibilidade. liberdade. sensibilidade. suavidade. subtileza. sublimação.

comunicar-me através do meu corpo, exprimir os meus sentimentos com os braços e as mãos e, em cada movimento, sentir o toque da minha alma, na tua alma.
sim... eu queria ser bailarina. 

eu queria ser bailarina. mas a vida desviou-me do meu caminho. e, no lugar das sapatilhas de meia ponta, nos meus pés, uns sapatos rasos. com palmilhas especiais para atenuar a caminhada.

[numa aula de anatomia, lembro-me do professor dizer que os pés das bailarinas são os pés mais feios, completamente, deformados. os meus pés, que não são de bailarina, estão também deformados. e há dor, em cada passo que dou... todas as articulações do meu corpo estão afectadas e a flexibilidade é algo que eu deixei de ter há algum tempo. sim... eu queria ser bailarina. mas, não sou bailarina e jamais poderei vir a ser]

a flexibilidade deu lugar à rigidez muscular. e esta rigidez deu lugar ao medo. o medo de voar. o medo de querer ser feliz.

e, quando o sonho fica para trás...

ontem, acordei triste. na noite anterior, tinha assitido a uma entrevista feita à primeira bailarina do new york city ballet, jenifer ringer. as suas palavras tocaram o mais íntimo do meu ser. uma lágrima deslizou, desliguei a televisão, apaguei a luz... e tentei esquecer. mas, não esqueci[mais uma noite de sono pertubado\perturbante...desta vez, não foi a dor física, mas uma outra dor para a qual não há analgésicos ou anti-inflamatórios susceptíveis de ajudar a apaziguar essa mágoa, esse pesar].

ontem, estava assim. hoje, foi um novo dia, porém. apesar de só me apetecer ficar dentro dos meus lençóis, vesti-me e, contra a minha vontade, saí. fui ter com as manas e andamos por aí. ao sabor do vento, sem rumo. só por andar. elas não estavam melhor do que eu. e, desabafo aqui, desabafo ali, chegamos lá. 

[esta dieta tem destas coisas. quando a comecei, estava longe de pensar que teria tanto trabalho pela frente. que tantas gavetas iria abrir, que tantas feridas teria de tratar. não obstante, sinto-me grata por ter tido a coragem de enveredar por este caminho. do auto-conhecimento. acredito, cada vez mais, que sim... há que abrir as gavetas, tirar os lençóis velhos que tapam as memórias e sacudi-los para tirar esse pó que nos tolda a visão]

quando o sonho fica para trás...  resta-nos, somente, procurar, procurar... até encontrar um novo sonho. 

e correr atrás...

obrigada, manas, pela ajuda :)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

{autumn has fall}

[@]

domingo, 18 de setembro de 2011

{happy days}

[risoto de camarão]

{paradoxum Leucochloridium*}

parece que o tão afamado fenómeno que, há poucas semanas atrás, se sentia incomodado com a fama e com o sucesso inesperado, está de volta aos nossos ecrãs.

[puto, a ti, não é só o medo que não te assiste: a inteligência, o bom-senso e a coerência também não. nada mesmo. a tua cabeçinha está assim... vazia, vazia... e, como se não chegasse a figurinha miserável que fizeste no tal famoso video, agora temos que levar contigo na televisão. o pior: não levas jeitinho nenhum para a coisa. um perfeito bimbo pãozinho de forma e sem sal]

espertinhos, espertinhos. esses. os gatos. souberam aproveitar este fenómeno e tirar proveito dele. sim. sim... espertinhos. porque, de momento, portugal está, assim, paradito: não acontece nada. bem, há a crise... mas da crise não se pode nem deve falar. não é bom para o negócio. e há que vender. nada melhor que um cromo para desviar a atenção dos portugueses e ainda conseguir receitinhas.

esperitinhos. os gatos.

porque aos portugueses só interessam os tais três "F": futebol, fátima e a foleirice [não, não é o fado... esse, já só interessa a meia dúzia de depressivos que insistem em chorar cantando(ou em cantar chorando) as penas que trazem no peito para, assim, se sentirem ainda mais miseráveis... os coitadinhos...].

ora, como o fcp tem estado sossegadinho e não tem dado razões para o vieirinha vir lamentar-se do bicho papão que o impede de viver a vidinha que merece; como o papa não virá cá tão cedo... resta-nos distrair os portugueses com o que de mais reles existe no momento. e venha o hélio!

espertos, os gatos.
tal como o paradoxum Leucochloridium*.

[*o leucochloridium paradoxum é um verme parasita que usa o caracol como hospedeiro intermediário, infectando os tentáculos dos seus olhos. esta infecção não só afecta a percepção da intensidade de luz, como a forma dos tentáculos, que ficam com cores brilhantes e pulsantes. além disso, como o verme tem o controle da mente do animal, decide por ele, conduzindo-o para áreas onde é mais susceptível de ser visto por predadores, como os pássaros. o parasita retorna ao corpo de outro hospedeiro, através das fezes do passáro que o caracol come por engano]

sábado, 17 de setembro de 2011

{estou a tratar do jantar e, por instantes...}

...olho pela janela.  

ele está a lavar a grelha do fogão...

a GRELHA do fogão!!!


[pronto. era só isto.]

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

{apesar de ter tido a recém-nascida comigo...}

...e ter a casa toda a precisar de uma limpeza profunda...
...apesar de ter andado numa correria o dia todo...
...para conseguir terminar a tempo...
  ...senti-me assim...
...calminha, calminha..
...totalmente zen...

[o pequenino foi para ao infantário 
e a mais crescida começou as aulas...
abençoado seja, o regresso às aulas]

domingo, 11 de setembro de 2011

{das férias com os miúdos...}

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

{i dont want to say goodbye for the summer...}


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

{faço minhas, as palavras de mooch...}


[só queria mesmo era estar deitadinha à espera dele. do fds...
sinto-me estupidamente cansada.
mas foi mais um dia de muita brincadeira e,
por isso,
valeu a pena]

terça-feira, 23 de agosto de 2011

{dizem que o tempo vai melhorar...}

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

{looking down the road}

dois dias após o massacre na noruega, no discurso directo da tvi24 falava-se dos alvos portugueses na lista de breivik. um telespectador[homem de sessenta e poucos anos, guionista], questionava-se sobre os nomes desses alvos, porque seria a solução que portugal precisa para dar a volta...

o pivot tentou interromper este telespectador[homem de sessenta e poucos anos, guionista], mas ele é que foi, imediatamente, interrompido. não estou aqui para falar o politicamente correcto, mas sim aquilo que é preciso ser dito. a europa pôs-se a jeito e portugal está, também, a por-se a jeito.

depois do que se passou em inglaterra, ouvem-se, aqui e ali, mais frases como estas. a europa pôs-se a jeito e portugal está, também, a por-se a jeito.

seis armas foram roubadas este domingo na base dos fuzileiros no alfeite, em almada. juntando estas armas às dez armas de guerra que foram roubadas de uma arrecadação do quartel da carregueira em janeiro, já são dezasseis. somando a todas as outras que devem desaparecer sem que a opinião pública tome conhecimento...

portugal está, também, a por-se a jeito.
pois está.

portugal está a por-se a jeito porque armas continuam a desaparecer e ninguém parece importar-se com isso. portugal está a por-se a jeito porque loucos como o tal telespectador[homem de sessenta e poucos anos, guionista] continuam a dizer as barbaridades que dizem sem que sejam seriamente investigados...

portugal pode estar numa situação que nos desespera... contudo, não acredito que solução que portugal precisa para dar a volta seja a que se começa a ouvir na boca, não só de um homem[de sessenta e poucos anos, guionista], mas de muitos mais.

enquanto os portugueses estiverem dividos em quatro grupos[grupo mizaru(o que fecha os olhos), o grupo kikazaru(o que tapa os ouvidos), o grupo iwazaru(o que tapa a boca) e o grupo de sociopatas que está sempre à espreita, aproveitando toda e qualquer situação para colocar em prática toda a sua loucura]... sim, portugal está, também, a por-se a jeito.

sábado, 13 de agosto de 2011

{janela indiscreta}

nunca fui uma pessoa invejosa. acredito que cada um tem aquilo que atrai. nem mais, nem menos.

[da janela da minha cozinha vê-se uma outra janela de uma outra cozinha. e todos os dias, antes e após todas as refeições[eu disse todas], a mesma rotina:o manel cozinha, a maria põe a mesa; a maria levanta a mesa, o manel lava a loiça; a maria enxuga a loiça, o manel arruma a dita; a maria sai da cozinha... e o manel, com a esfregona lava o chão... o chão! O chão!!!

acabámos de jantar: fiz trouxinhas de frango com puré de maçãs. já arrumei a sala, lavei e arrumei a loiça. e o meu manel? o meu manel está no atelier a pintar o seu quadro. ah, pois é... cada um tem aquilo que atrai. nem mais, nem menos]

nunca fui uma pessoa invejosa.
até hoje.

[e, agora, vou até à minha cozinha. porque o chão não se lava sozinho]

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

{7 de setembro, 7 de setembro, 7 de setembro*}

mas, até lá e por agora, já fico feliz com um fds...



[*reabertura do infantário]

terça-feira, 9 de agosto de 2011

{contra factos...}


menina benfiquista de 6 anos: o benfica é o maior, o benfica é o maior, o benfica é o maior... susana, és do benfica, não és?

eu: não, sou do porto.

mb6a: porquê?

eu: porque o porto é o melhor.

mb6a: não é nada!

eu: é! no ano passado, ganhou todas os jogos e todas as taças! o porto é o campeão!

mb6a: mas ao menos, o benfica tem uma águia verdadeira! os dragões só existem nos contos de fadas! toma!

eu: .......

[...não há argumentos]

domingo, 7 de agosto de 2011

{looking down the street}


ontem, no jornal da noite, passou uma entrevista feita a um jovem que, supostamente, fez sucesso no youtube com um vídeo, um visual duvidoso, meia dúzia de palavras e uma queda. já tinha ouvido falar no tão afamado fenómeno mas ainda não tinha visto o vídeo. esperava outra coisa, sinceramente. completamente irresponsável e desprovido de tudo aquilo que um vídeo precisa para ser considerado um fenómeno, mas está bem. seja. [agora, parece que o protagonista não está a gostar da fama* e está a lidar mal com o sucesso* inesperado... o coitado... só tenho pena que ninguém se tenha lembrado de entrevistar o condutor do automóvel que passou por ele. gostava de saber a sua opinião sobre o dito fenómeno]

um outro lembra-se de "tourear carros" com os amigos a filmar, também, para o youtube. [morreu, claro. no meio da noite, numa via rápida... qualquer um, com dois dedos de testa, saberia que proezas destas só poderiam terminar assim]

o problema, penso eu, é esta geração auto-intitulada, geração youtube. uma geração despida de ideias úteis que usa a criatividade somente para a estupidez. e os seus patrocinadores, claro. enquanto existirem marcas que se aproveitam[como cogumelos parasitas] destes seres néscios que não sabem o que fazer com a vidinha que têm, e canais de televisão que lhes dêem tempo de antena, estes ditos fenómenos irão continuar. fenómenos onde a vida não tem qualquer valor.

dá deus pérolas, a porcos...

[*fama? *sucesso?... quê???]

sábado, 6 de agosto de 2011

{ansiosamente, à espera do dia 7 de setembro}






férias do infantário: dois pirralhos [para semana serão três porque a cegonha está quase a chegar] em casa [menino, 23 meses; menina, 6 anos] e a minha melhor amiga, a chantagem negociação.







[também há quem lhe chame suborno... mas, tenha lá o nome que tiver, obrigadinha deus, por existir]

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

{parece que chove...}

assim que saí do trabalho começou o dilúvio... e foi mesmo bom: lavou-me a alma...

[e as calças, a camisola, os sapatos...]

domingo, 24 de julho de 2011

{girls just want to have fun}

despedida das férias:
passar a noite nas arribas do guincho e dormir nas traseiras do jipe...


[e ao acordar, uma descida à ursa...]

sábado, 23 de julho de 2011

{a aproveitar os últimos dias...}

sexta-feira, 22 de julho de 2011

{dietar*: as recaídas}


quando se inicia uma dieta[seja ela qual for], nunca se considera uma possível recaída. colocamos toda a nossa força, toda a nossa vontade nesse desafio e depressa começamos a perceber as mudanças: na saúde, no corpo, na balança, na auto-estima...

no meu caso, não na balança, já que a minha dieta é diferente. a ideia não é chegar ao corpo dito "ideal", mas sim, tentar alcançar a felicidade["adietar" = pôr em dieta e ir de encontro à felicidade].

há algum tempo, perguntaram-me como é que conseguia estar sempre a sorrir, alegre e sempre cheia de energia. é tudo uma questão de vibração. tudo o que fazemos[somos] emite uma vibração e esta pode[ou não] estar frequência certa. se estiver em consonância com a energia da nossa fonte, tudo flui. então, estar sempre alegre e a sorrir, cheia de energia é algo de natural. como respirar, por exemplo.

no início da minha dieta, confesso, não muito fácil alcançar essa frequência. existiam demasiadas interferêcias e tornou-se muito difícil modificar a minha frequência vibracional para a frequência certa. com o tempo e muito trabalho interior, posso dizer que já estava quase lá.

quase...
dietas diferentes, sim... o problema, contudo, o de sempre:
os testes à resistência.

tudo o que se tem passado à minha volta[desde a doença da minha tia, passando por um grande susto que a senhora d. adelaide, minha mãe, resolveu pregar-nos, acabando nas minhas frequentes idas às urgências do hospital santa maria nas últimas duas semanas: sim, nas minhas férias!!!], teve um enorme impacto na minha dieta. a minha frequência vibracional desceu tanto que, de repente, tudo pareceu inútil, chegando a ponderar a hipótese desta dieta não ser nada mais que um sonho. inatingível.

[desistir, por vezes, parece-nos o caminho mais fácil.
lutar cansa e eu já me sinto tão cansada...]


felizmente e mais uma vez, ter sol em touro, lua em escorpião e ascendente em virgem[uma mistura explosiva de mau feito], estiveram a meu favor. e mais uma vez, calcei os meus ténis e pés na estrada.

[porque desistir é parar. parar é morrer. e eu não quero morrer. não, por estar cansada. desistir é para os fracos. eu já fui fraca. e quase que morri. se existe algo que eu aprendi com todo o trabalho interior que estou a fazer, é que desistir não é, decidamente, o caminho mais fácil. pode parecer... mas, não é. mesmo]

as recaídas são susceptíveis de existir. sim. e ainda bem. ajudam-nos a perceber que o trabalho é[tem de ser] constante. há que ter perserverança e nunca, nunca, se resignar... seja qual for o obstáculo no caminho...

{so... i´m back}

[e nada melhor que uma flagrante delícia para comemorar(-me)]

quinta-feira, 21 de julho de 2011

{}

i m a mess

[but i´ll get over it as i always do...
it´s only a question of time]

quinta-feira, 14 de julho de 2011

{uhm....}

:)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

{adietar*: descansar o corpo, sossegar a mente...}

[vou recarregar baterias]

até de repente...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

{yes, i know i´m a bitch and i don't like it but...}

@
nunca gostei de eufemismos. figurinha de estilo irritante que não serve para mais nada, senão tentar colocar paninhos quentes na coisa[através de falinhas mansas que, no fim de contas se revelam inúteis. porque são mesmo inúteis: se a coisa é assim tão má, porquê aflorar e colorir? deixa de o ser? não]

eu gosto que me digam[o mais depressa possível, sffv] como é que é. a verdade nua e crua. preferencialmente, com pormenores sórdidos. na cara. sem tretas entre o que tem de ser e o que poderia ter sido.

porque gosto de saber com o posso contar.
nem mais, nem menos.

se a coisa me for transmitida com névoas verde água e aroma de rosas, como é que é suposto preparar-me para o que, realmente, me espera?

a treta é que a maioria das pessoas deste país[pelo que tenho ouvido nos meios de comunicação social], adoram que lhes embelezem as coisas. as tais que são tudo, menos belas.

no início desta confusão, os que lá estavam[no tal do poder]exaltaram-se perante portugal, pelo facto deste ter sido o único país da união europeia, que fintou a crise. nessa altura, dizer a verdade, teria sido melhor. mas não. e os portugueses, cabecinhas de borboleta que são, acreditaram em todas as balelas com que lhes suavizaram as suas vidinhas tristes[porque adoram que lhes mintam, tipo quanto mais me mentes mais eu gosto de ti]. pouco tempo mais tarde, trambolhão forte e feio[com contornos - e odor - dignos de uma boa dejecção diarreica com melenas].

tomem lá conquilhas!
[e façam bom proveito]

agora, vêm estes dizer[a nós, acabadinhos de receber o nosso subsídio de férias], que no natal[daqui a mais ou menos seis meses], teremos de contribuir com uma percentagem do nosso 14º mês.

bem. vamos lá por etapas: não será 50% do total do subsídio, mas sim uma parte; temos dinheiro em caixa, porque acabamos de receber o nosso subsídio de férias[mesmo que seja pouco - a mim não me sobrou lá grande coisa porque tive que honrar uma dívida que contraí nos tempos em que estive acamada, para pagar contas de consultas e tretas afins... mas, o pouco que sobrou, fica de lado e, quanto às férias... fico-me por lisboa mesmo]; temos tempo para preparar os próximos seis meses... e, com um bom plano, tudo se consegue.

se eu não me incomodo com a situação? claro que me incomodo! o que aquelas figurinhas patéticas fizeram com o nosso dinheiro, ao ponto de termos chegado ao que chegamos e ainda termos de ser nós a pagar o pato[outra vez], só fuzilados! mas, sinceramente, não quero nem considerar a hipótese do nosso país cair como caiu a grécia!

e, sim: se é para tentar evitar isso, façamos um esforço.

só para terminar, eu votei em branco porque nenhum dos candidatos me convenceu. estes que lá estão, já mostraram que, pelo menos, têm tomates. e isso, já é muito bom. seria mais cómodo mentir-nos...

porém, mostraram as cartas com que vamos todos jogar. e parece-me bem que assim seja. que nos digam olhos nos olhos que a merda fede, mas temos que levar com o cheiro e continuar em frente. para tentarmos não cair de cara e termos de levar com muito mais do que o cheiro da dita...

sábado, 25 de junho de 2011

{adietar*: que rosto vestiste hoje?}


acordava sempre 10 minutos antes do despertador. tomava um duche, lavava os dentes e secava o cabelo. no roupeiro, escolhia o que vestir e, depois de tudo pronto, saía para trabalho: sempre com um "bom dia" nos lábios, nem sempre com um sorriso no rosto.

[por uma noite mal dormida;
por cansaço;
porque, por vezes, doía mais que o habitual;
porque...]


nesses dias, o universo parecia conspirar contra mim. tropeçava em tudo e em todos, caía[ou deixava cair tudo], atrasava-me, o trabalho corria mal[aliás, tudo corria mal]... nesses dias, sentia-me completamente derrotada, arrastando-me sem forças, sequer, para viver.

[até ao dia em que me apercebi que
não era o universo
que conspirava contra mim.
era eu]


à noite, antes de adormecer, fazia uma "lista mental" de tudo aquilo aquilo que iria fazer no dia seguinte. ao pormenor, sem falhas.

extremamente organizada, sempre gostei de planear tudo até ao mais ínfimo detalhe. tinha vários dossiers de listas e planos: um no trabalho e uma série deles em casa[tarefas; menus semanais; planos de organização; listas de compras; contabilidade doméstica; inventários...]. além destas listas[físicas] tinha, ainda, outras tantas "listas mentais".

e, se antes de dormir, após rever as minhas "listas mentais" previsse um dia muito exigente, passava os minutos seguintes[ou até horas] a considerar a hipótese de não ter tempo para conseguir atingir os objectivos propostos nas ditas listas, porque algo poderia correr mal, porque...

preocupava-me["pré-ocupava" os meus pensamentos, sofria por antecipação] e, sem me aperceber, boicotava tanto a noite que acabara de começar, como o dia seguinte[quem dorme mal, muito dificilmente terá um bom dia].
[e sentia-me cansada... sempre muito cansada]

no início da dieta, tudo mudou. não existem mais dossiers. no trabalho, apenas uma pequena agenda onde aponto, somente, lembretes urgentes passíveis de serem esquecidos. em casa, só tenho um dossier[da contabilidade]. tudo o resto foi substituído por post-it e está muito bom assim.

[bem... a lista de compras mantém-se na lateral do frigorífico...
mas é a única excepção!]


à noite, antes de dormir, acabaram-se a "pré-visões" do dia seguinte[que me desgastavam, deixavam-me ansiosa, nervosa... e quanto mais nervosa, pior a noite; e quanto pior a noite, assim seria o dia].

agora, antes de adormecer, revejo o meu dia e agradeço: as coisas boas e as menos boas...

[porque acredito que, até das situações menos agradáveis, se pode tirar uma lição e as lições são importantes: ajudam-nos a crescer].

...e envio amor aos que amo. despeço-me do meu anjo-da-guarda e do meu guia[sempre comigo mas a quem dediquei muito pouca atenção durante a minha caminhada - mas isso, aos poucos, está a mudar]. deito uma ou duas gotinhas de óleo essencial de alfazema na minha almofada e entrego-me ao sono.

de manhã, antes de qualquer coisa, agradeço a noite que tive e agradeço o dia que terei. visto um sorriso, levanto-me e ponho pés ao caminho.

o segredo da dieta[descobri] é, sem dúvida, a atitude que se tem perante a vida. essa atitude irá ser decisiva para o estado geral do pavimento da estrada da vida: tudo que dás, um dia receberás de volta.

então, se sorrires para a vida...
só poderás esperar que a vida te sorria...

sexta-feira, 24 de junho de 2011

{rewind}


lembro-me do meu roupeiro cheio de vestidos iguais aos das montras das lojas. mas os meus vestidos não eram feitos naquelas máquinas grandes que fazem muitos vestidos num só dia. aliás, cada um dos meus vestidos, demorava muito mais que um dia a ser feito.

a minha mãe. quem os fazia.

lembro-me de passear com ela e, quando parávamos em frente a uma montra, perguntava-me gostas? gosto muito!

tecidos, linhas, botões coloridos com formas divertidas... a sala transformava-se num atelier de costura. a estilista[a melhor que eu conheci] não tinha mãos a medir. moldes, giz, fita métrica. linhas e máquina de costura. dedal, linhas e mais linhas...

lembro-me de cada vestido, de cada pormenor... lembro-me e sorrio com saudade.

e tu, lembras-te?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

{arre burra, que amanhã é sexta...}



um bom são joão, fim-de-semana prolongado,[ou] férias a todos

[hoje, o dia vai ser longo...
e eu a precisar taaanto de férias...
arghhh... ]

terça-feira, 21 de junho de 2011

{welcome summer...}

eu gosto é do verão...


[guincho... (sim, sempre o guincho) no último sábado]


sexta-feira, 17 de junho de 2011

{yes, i know i´m a bitch and i don't like it but...}


tudo me leva a crer que sou um tantinho estúpida. opá.

é que eu copiei uma vez. sim. só desta vez. porque era marrona e nunca precisava de cábulas auxiliadores de memória. mas... pá. era trigonometria. eu detestava trigonometria, pá.

era chato. o professor. em noventa minutos de aula, sessenta eram utilizados a caracterizar os portugueses como "marroquinos da europa". o prof dizia que nossa sorte era sermos "brancos". juro. a sério. palavras dele. também português. branco.

os restantes trinta minutos, vomitava matéria.

ora, eu tenho este problema... não consigo, de todo, decorar. preciso compreender. marrar muito. mas, para isso, tenho que ter as bases necessárias[felizmente, só tive um professor assim].

tri-tri, como era, "carinhosamente", chamado, também não parecia entender muito das leis dos senos, dos cossenos ou mesmo das tangentes. eu... só [a treta d'] o teorema de pitágoras. tudo o resto... estava a zeros.

ora, o meu colega costumava, previamente, encher uma folha de teste de cábulas auxiliadores de memória para os exames. no dia do exame de trigonometria, vendo-me aflita, deu-me uma cotovelada. olhou-me com uns olhos de "só podes ser parva" e pronto. tipo. lá olhei para o lado e safei-me com um mísero 1o valores.

nunca me esqueci desse fatídico dia em que fui uma verdadeira criminosa. sim, porque eu sempre pensei assim. num exame, prestas provas daquilo que sabes. se sabes, sabes. se não sabes, repetes. eu, que abominava todos os que, por meios nada sérios, conseguiam aquilo que eu, só marrando muito, conseguia... nesse dia, fui contra tudo aquilo em que acreditava. que defendia.

e, até ontem, me envergonhei do que fiz.

sim, até ontem.

a [treta d']a trigonometria não tem qualquer papel relevante no exercício da minha profissão. cá para mim, só nos foi leccionada para encher chouriços. no nosso dia-a-dia, no nosso local de trabalho, o círculo trigonométrico revelara-se, somente, uma triste[e muito longínqua - graças a deus, pá!] recordação.

já, um futuro magistrado, copiar num exame de investigação criminal e gestão de inquérito... não pode ser nada bom. ah, pois não. opá... é como um futuro cirurgião copiar num exame de anatomia. é mau. muito mau. mesmo muito mau.

tudo me leva a crer que sou um tantinho estúpida. opá.

é que eu copiei uma vez. e a vergonha e o sentimento de culpa por ter sido desonesta, tem-me perseguido, desde então.

e não havia necessidade, pá. dessa auto-flagelação, pá. eu era uma miúda. já estes tipos... pá. estes tipos já frequentaram a universidade e estão a tirar uma especialização. em investigação criminal. pois. uma especialização séria. mais de 130 tipos sérios para ocuparem cargos sérios, pá. que decidem se a vida dos outros é pouco ou nada séria.

tudo me leva a crer que sou um tantinho estúpida. opá.

é que eu copiei uma vez. e só ontem[pá], só ontem, percebi que não era preciso tanto fuzuê em torno do assunto. esta noite, já dormi sossegada. o sono dos justos. pá. e foi bom. pá.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

{copyright}



para ser grande, sê inteiro: nada
teu exagera ou exclui.
sê todo em cada coisa.
põe quanto és
no mínimo que fazes.
assim em cada lago a lua toda
brilha, porque alta vive.

fernando pessoa

domingo, 12 de junho de 2011

{caleidoscópio}

foto original @
quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. o último para dizer “obrigada”. o último para dizer “me desculpa”. o último para dizer “eu te amo”. o último para abraçar cada pessoa amada com aquele abraço bom que faz um coração cantar para o outro. o último para apreciar a vida com o entusiasmo que não guarda nenhuma delícia nem ternura para depois. o último para fazer as pazes. para desfazer enganos. para saborear com calma, como se me servissem um banquete, a preciosidade genuína que cada único respiro humano representa.

quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. o último para esquecer tolices. o último para ignorar o que, no fim das contas, não tem a menor importância. o último para rir até o coração dançar. o último para chorar toda dor que não transbordou e virou nódoa no tecido da vida. o último para deixar o coração aprontar todas as artes que quiser. o último para ser útil em toda circunstância que me for possível. o último para não deixar o tempo escoar inutilmente entre os dedos das horas.

quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. o último para me maravilhar diante de cada expressão da natureza com o olhar demorado de quem olha pela primeira vez. o último para ouvir aquela música que acende sóis por toda a extensão da minha alma. o último para ler, de novo, o poema que diz tanto de mim que eu me sinto caber nos olhos do poeta que o escreveu. o último para desembaraçar os fios emaranhados dos medos que me acompanham.

quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. eu não perderia uma chance para me presentear com os agrados que me nutrem. eu criaria mais oportunidades para dizer o meu amor. para expressar a minha admiração. para destacar para cada pessoa a beleza singular que ela tem. para compartilhar. eu não adiaria delicadezas. não pouparia compreensão. não desperdiçaria energia com perigos imaginários e com uma série de bobagens que só me afastam da vida.

quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último, porque pode ser.

sábado, 11 de junho de 2011

{falling... falling... }


as últimas semanas não têm sido fáceis para ninguém. toda a família, alerta. não se dorme. o toque do telefone[que nos assusta, súbita e violentamente] não nos dá tréguas. sente-se que a neblina escura e fria do medo nos envolve, estreita-se e nos constringe.

como é que deixou a sua mãe chegar a este ponto?

a pergunta não me foi feita a mim. mas, senti como se tivesse sido. "E" está muito mal, muito mal, mesmo. porém, a pergunta não deveria ter sido dirigida ao filho[que está desesperado, que precisa que lhe digam que vai tudo correr bem, que em breve terá de volta a sua mãe]. a pergunta deve ser feita ao médico de família que, durante vários meses[repito, vários meses] disse a "E", que não tinha nada, que era tudo da "sua cabeça"; que disse "que não se interna ninguém, enquanto não há um diagnóstico"...

[eu acreditava que os hospitais serviam, também, para diagnosticar. afinal, não. só se interna alguém, quando há um diagnóstico. vivendo e aprendendo...]


"E" emagrecia a cada dia que passava. o sopro da vida, também ele, ficava cada vez mais ténue. exames, consultas, urgências, transfusões de sangue, soro... muito soro. cada vez mais fraca, mais magra. tinha de ser carregada ao colo porque não se mantinha de pé. as forças, há muito que tinham desaparecido[àquela mulher que jamais faltou ao trabalho, que fora sempre o pilar do seu lar... forte como sol que queimava a sua pele clara].

nada, contudo. a "E" não tinha nada.

os amigos, desesperados, conseguiram que um outro médico a consultasse[mais um, entre tantos: o médico de família, vários médicos do hospital de alijó, do centro hospitalar de vila real, de clínicas privadas e urgências dos dois hospitais já mencionados]. este médico, psiquiatra, perguntou-lhe se queria ser internada. respondeu que sim. fustigada por dores abdominais, o corpo repleto de edemas, derrotada pela fadiga e acometida de uma grande debilidade. e magra[tão magra...]. sim. ela queria muito ser internada. e foi.

na ala psiquiátrica.
porque a "E" não tinha nada.

não resistiu mais que dois dias. e, na segunda entrada nas urgências, após internamento na ala psiquiátrica[sim, foi por duas vezes, admitida nas urgências do centro hospitalar de vila real depois de ser internada na ala psiquiátrica!!! e só na segunda vez], foi, finalmente, diagnosticada.

uma peritonite resultante de uma oclusão intestinal devido a uma neoplasia de 10cm.

simples, não?

afinal, não era nada...

como é que deixou a sua mãe chegar a este ponto?

[em estado crítico, coma induzido, ferida cirúrgica aberta. febre muito elevada. infecção que não cede, prognóstico muito reservado]

a pergunta está mal formulada:

como é que dezenas de médicos, durante mais de três meses, chegaram a minha tia, a irmã da minha mãe, chegar a este ponto???

quarta-feira, 8 de junho de 2011

{looking down the road}

no domingo, uma amiga perguntou-me se estava satisfeita com o resultado das eleições. sinceramente? acredito que as únicas pessoas satisfeitas com o resultado das eleições serão os militantes do partido vencedor e pouco mais. ninguém pode estar satisfeito porque tudo não passa de uma grande farsa, onde as personagens não são nada mais que isso: personagens. e pior... personagens muito pouco preparados para o papel que têm de desempenhar.

estive num impasse até ao último momento. mesmo dentro da cabine de voto. olhei para a lista e não vi nada. de nada. votei em branco porque, para mim, nenhum partido ou coligação poderia ser a resposta. durante os quinze dias de campanha não se ouviu uma uma única proposta[mas uma proposta a sério, daquelas propostas que mostram que foram estudadas], uma única explicação[porque eu gostaria bastante se me explicassem como irão ser colocadas em prática, as decisões do fmi]. somente, insultos, ataques pessoais: ele é o culpado, ele é mais culpado que eu. eles são os culpados...

as campanhas deixam-me cansada.

depois do domingo de eleições, a coisa acalma. os insultos cessam. ou não. decididamente, o partido derrotado insiste no insulto. finalmente, desistiu do psd e virou-se, agora, para o cds. eu não digo que estes partidos sejam melhores ou piores que o ps.

[como já disse acima, eu votei no partido branco e não tenho qualquer ilusão sobre os dois partidos que irão" ser" governo: são todos iguais, só muda a cor]

acredito, porém, que a minha avó tinha razão quando afirmava que não se deveria "atirar pedras aos telhados dos vizinhos, se o seu telhado é feito de vidro". por isso, falar na idoneidade de um indivíduo quando se está num partido onde poucos escapam...

o ideal seria uma limpeza radical ao parlamento. novos partidos, novas caras, novas propostas. porque a esmagadora maioria destes indivíduos estão mais sujos que rabo de bebé, após o almoço. as propostas são pobres ou inexistentes. e, o mais importante, a falta de diálogo com a população... não queremos beijinhos: queremos propostas, explicações, soluções.

[estou a ser repetitiva, eu sei. mas, a conta do supermercado não pára que aumentar. conheço várias pessoas que não conseguem sair do desemprego. a educação vai de mal a pior e a saúde... que deus nos proteja]

quinta-feira, 2 de junho de 2011

{fotografia com histórias dentro}


eu e o meu primo, no Palácio de queluz... pela minha cara, ou estava para aprontar ou já tinha aprontado e ainda ninguém tinha dado por isso...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

{yes, i'm a monday person but...}

´

segunda-feira, 23 de maio de 2011

{yes, i know i´m a bitch and i don't like it but...}

@

o mau perder tem uma cor:



vermelho, vermelhaço, vermelhusco, vermelhante, vermelhão


[post dedicado a todos os meus amigos (que insistem em provocar-me via email, fb, msn, sms and so one) que estão encarnados de raiva porque o fcp mostrou, mais uma vez, a sua superioridade. afinal, o benfica só venceu a época passada porque tramou os tripeiros no túnel... e isso, amiguinhos, é batota! queridos, a era do glorioso campeão foi-se quando salazar partiu para o além... temos pena, temos muita pena. ou não!]
LilySlim Fitness goals tickers