domingo, 24 de julho de 2011

{girls just want to have fun}

despedida das férias:
passar a noite nas arribas do guincho e dormir nas traseiras do jipe...


[e ao acordar, uma descida à ursa...]

sábado, 23 de julho de 2011

{a aproveitar os últimos dias...}

sexta-feira, 22 de julho de 2011

{dietar*: as recaídas}


quando se inicia uma dieta[seja ela qual for], nunca se considera uma possível recaída. colocamos toda a nossa força, toda a nossa vontade nesse desafio e depressa começamos a perceber as mudanças: na saúde, no corpo, na balança, na auto-estima...

no meu caso, não na balança, já que a minha dieta é diferente. a ideia não é chegar ao corpo dito "ideal", mas sim, tentar alcançar a felicidade["adietar" = pôr em dieta e ir de encontro à felicidade].

há algum tempo, perguntaram-me como é que conseguia estar sempre a sorrir, alegre e sempre cheia de energia. é tudo uma questão de vibração. tudo o que fazemos[somos] emite uma vibração e esta pode[ou não] estar frequência certa. se estiver em consonância com a energia da nossa fonte, tudo flui. então, estar sempre alegre e a sorrir, cheia de energia é algo de natural. como respirar, por exemplo.

no início da minha dieta, confesso, não muito fácil alcançar essa frequência. existiam demasiadas interferêcias e tornou-se muito difícil modificar a minha frequência vibracional para a frequência certa. com o tempo e muito trabalho interior, posso dizer que já estava quase lá.

quase...
dietas diferentes, sim... o problema, contudo, o de sempre:
os testes à resistência.

tudo o que se tem passado à minha volta[desde a doença da minha tia, passando por um grande susto que a senhora d. adelaide, minha mãe, resolveu pregar-nos, acabando nas minhas frequentes idas às urgências do hospital santa maria nas últimas duas semanas: sim, nas minhas férias!!!], teve um enorme impacto na minha dieta. a minha frequência vibracional desceu tanto que, de repente, tudo pareceu inútil, chegando a ponderar a hipótese desta dieta não ser nada mais que um sonho. inatingível.

[desistir, por vezes, parece-nos o caminho mais fácil.
lutar cansa e eu já me sinto tão cansada...]


felizmente e mais uma vez, ter sol em touro, lua em escorpião e ascendente em virgem[uma mistura explosiva de mau feito], estiveram a meu favor. e mais uma vez, calcei os meus ténis e pés na estrada.

[porque desistir é parar. parar é morrer. e eu não quero morrer. não, por estar cansada. desistir é para os fracos. eu já fui fraca. e quase que morri. se existe algo que eu aprendi com todo o trabalho interior que estou a fazer, é que desistir não é, decidamente, o caminho mais fácil. pode parecer... mas, não é. mesmo]

as recaídas são susceptíveis de existir. sim. e ainda bem. ajudam-nos a perceber que o trabalho é[tem de ser] constante. há que ter perserverança e nunca, nunca, se resignar... seja qual for o obstáculo no caminho...

{so... i´m back}

[e nada melhor que uma flagrante delícia para comemorar(-me)]

quinta-feira, 21 de julho de 2011

{}

i m a mess

[but i´ll get over it as i always do...
it´s only a question of time]

quinta-feira, 14 de julho de 2011

{uhm....}

:)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

{adietar*: descansar o corpo, sossegar a mente...}

[vou recarregar baterias]

até de repente...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

{yes, i know i´m a bitch and i don't like it but...}

@
nunca gostei de eufemismos. figurinha de estilo irritante que não serve para mais nada, senão tentar colocar paninhos quentes na coisa[através de falinhas mansas que, no fim de contas se revelam inúteis. porque são mesmo inúteis: se a coisa é assim tão má, porquê aflorar e colorir? deixa de o ser? não]

eu gosto que me digam[o mais depressa possível, sffv] como é que é. a verdade nua e crua. preferencialmente, com pormenores sórdidos. na cara. sem tretas entre o que tem de ser e o que poderia ter sido.

porque gosto de saber com o posso contar.
nem mais, nem menos.

se a coisa me for transmitida com névoas verde água e aroma de rosas, como é que é suposto preparar-me para o que, realmente, me espera?

a treta é que a maioria das pessoas deste país[pelo que tenho ouvido nos meios de comunicação social], adoram que lhes embelezem as coisas. as tais que são tudo, menos belas.

no início desta confusão, os que lá estavam[no tal do poder]exaltaram-se perante portugal, pelo facto deste ter sido o único país da união europeia, que fintou a crise. nessa altura, dizer a verdade, teria sido melhor. mas não. e os portugueses, cabecinhas de borboleta que são, acreditaram em todas as balelas com que lhes suavizaram as suas vidinhas tristes[porque adoram que lhes mintam, tipo quanto mais me mentes mais eu gosto de ti]. pouco tempo mais tarde, trambolhão forte e feio[com contornos - e odor - dignos de uma boa dejecção diarreica com melenas].

tomem lá conquilhas!
[e façam bom proveito]

agora, vêm estes dizer[a nós, acabadinhos de receber o nosso subsídio de férias], que no natal[daqui a mais ou menos seis meses], teremos de contribuir com uma percentagem do nosso 14º mês.

bem. vamos lá por etapas: não será 50% do total do subsídio, mas sim uma parte; temos dinheiro em caixa, porque acabamos de receber o nosso subsídio de férias[mesmo que seja pouco - a mim não me sobrou lá grande coisa porque tive que honrar uma dívida que contraí nos tempos em que estive acamada, para pagar contas de consultas e tretas afins... mas, o pouco que sobrou, fica de lado e, quanto às férias... fico-me por lisboa mesmo]; temos tempo para preparar os próximos seis meses... e, com um bom plano, tudo se consegue.

se eu não me incomodo com a situação? claro que me incomodo! o que aquelas figurinhas patéticas fizeram com o nosso dinheiro, ao ponto de termos chegado ao que chegamos e ainda termos de ser nós a pagar o pato[outra vez], só fuzilados! mas, sinceramente, não quero nem considerar a hipótese do nosso país cair como caiu a grécia!

e, sim: se é para tentar evitar isso, façamos um esforço.

só para terminar, eu votei em branco porque nenhum dos candidatos me convenceu. estes que lá estão, já mostraram que, pelo menos, têm tomates. e isso, já é muito bom. seria mais cómodo mentir-nos...

porém, mostraram as cartas com que vamos todos jogar. e parece-me bem que assim seja. que nos digam olhos nos olhos que a merda fede, mas temos que levar com o cheiro e continuar em frente. para tentarmos não cair de cara e termos de levar com muito mais do que o cheiro da dita...