segunda-feira, 31 de outubro de 2011

{boooooooooooo}





domingo, 30 de outubro de 2011

{happy days}

[lombo de porco assado com figos*]


*usei figos congelados e uhmm...

{a luna queixa-se do mesmo...}





{i'm trying to forgive...}


...myself.


[to move forward]

sábado, 29 de outubro de 2011

{medo, muito medo...}





terça-feira, 25 de outubro de 2011

{seriously???}

a culpa não é apenas dos políticos. é dos eleitores que votaram neles.
teixeira dos santos 

opá... sem comentários.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

{adietar*: abrir as portas}

there's a reason i said i'd be happy alone. it wasn't 'cause i thought i'd be happy alone. it was because i thought if i loved someone and then it fell apart, i might not make it. it's easier to be alone, because what if you learn that you need love and you don't have it? what if you like it and lean on it? what if you shape your life around it and then it falls apart? can you even survive that kind of pain? losing love is like organ damage. it's like dying. the only difference is death ends. this? it could go on forever.
meredith grey

há uma década atrás, eu pensava, exactamente, desta maneira. éramos só eu e a luna, a minha gata[e estávamos muito bem assim]. sozinha, sim... mas nunca senti a solidão. era tão mais fácil viver...

se me apetecia comer uma taça cheia de esparguete regado com natas, comia. se me decidia por uma salada, porque não? tinha dias de andar só de boxers... outros, com o "pijama da avó". dançava sem parar, se estava para aí virada ou esfregava o chão, munida de escova de dentes e cif... ria e chorava com friends e se me apetecesse, dormia no sofá, estava horas no banho rodeada de velas aromáticas e ouvia aquela canção que eu adorava, vezes sem conta. sem nunca, nunca haver quem me dissesse que não concordava com isto ou aquilo. porque, lá está. éramos só eu e a luna[e estávamos muito bem assim]

nem sempre foi desta maneira. aquela casa já estivera cheia, muitas vezes. de um dia para o outro, porém, as pessoas foram afastando-se. até ficarmos eu e a luna, a minha gata[durante muito tempo culpei quem se fora. mais tarde, a doença. hoje sei que não houve culpados, apenas caminhos que se separaram]. adaptei-me depressa ao facto de sermos só nós. depressa e muito bem, diga-se. tão bem, que me sentia  feliz. afinal, existirá algo melhor que podermos andar somente de boxers? e o sossego. e o silêncio...

a liberdade.
@


[porque, quer queiremos, quer não, amar vem de certa forma privar-nos da doce liberdade...]

com o amar, vem o "dar-nos ao outro". para quem está habituada a viver assim, como eu estava[só eu e a luna], voltar a viver com alguém pode ser complicado. para mim, foi. ter de sair de minha casa para regressar à casa dos meus pais[devido à evolução da doença, fui obrigada a vender a minha casa], não foi nada pacífico. estava demasiado habituada a ter o meu espaço. onde me sentia protegida. protegida das visitas de familiares, das visitas dos amigos, protegida. ponto.

[não que eu não tivesse visitas. mas eram poucas. só da minha melhor amiga e marido e do meu amiguinho de infância. eram só. mas bastavam. o amor que temos uns pelos outros é grande, tão grande...]

o pior de tudo, era o que a minha mãe fazia. era ama. tinha crianças, bebés a seu cargo. sim... ali sentia-me completamente desarmada. até porque é humanamente impossível uma pessoa não se apaixonar por uma criança. e foi o que aconteceu.

depois[e apesar da promessa que fiz a mim mesma, que jamais voltaria a envolver-me com alguém], conheci o amor da minha vida[que me estava destinado pelos astros... a minha alma gêmea].

as portas estavam, assim, escancaradas e deixei entrar, de novo, mais vida, na minha vida. até agora, só entraram pessoas lindas. e dou graças por ter saído de minha casa e ter regressado a casa dos meus pais. se assim não tivesse sido, não teria encontrado a minha mana linda que tanto amo[e que está tão longe, que saudades].

hoje, uma década depois, continuo a pensar, exactamente, como pensava. porque é tão mais fácil viver sozinha. não é o "dar" que me assusta. é o adeus. já tive que dizer adeus e doeu. muito. e todos os dias sofro porque sei que, mais dia menos dia, terei de dizer adeus a mais vida, que por algum tempo foi minha vida.

hoje, uma década depois, continuo a pensar, exactamente, como pensava. porque perder o nosso amor[seja ele qual for: família, amigos...] dói.  e não se consegue sobreviver a esta forma de dor. esta dor é "como morrer. a única diferença é que a morte termina. isto? continuará para sempre ".

[mas, mesmo assim, as minhas portas mantêm-se escancaradas. porque mais vale cinco minutos de amor, que toda uma vida sossegada, com uma taça cheia de esparguete regado com natas no colo, só com os boxers vestidos, depois de estar horas no banho rodeada de velas aromáticas a ouvir aquela canção que eu adoro, vezes sem conta ]

domingo, 23 de outubro de 2011

{happy days}

[estou com gastrenterite... não houve comidinha boa para ninguém. pois...]

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

{all i want for christmas is you}

[ihhihihihihihih... já chegaram!!!]

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

{fluoxetina}

há dias[como hoje] em que, assim que acordo, apercebo-me que a minha vida não é nada mais que uma[dolorosa] sucessão de fracassos.

[pode até ser. sim. é. uma sucessão de fracassos. mas, há uma vitória que ninguém me poderá tirar. e há sempre o  amanhã... o tal novo dia]

{i used to be monday person...}

[but i'm feeling so tired]

domingo, 16 de outubro de 2011

{happy days}

[supremos de pato ao molho de laranja e vinho de ameixa]

sábado, 15 de outubro de 2011

{seriously?!}


no passado, habituamo-nos a tolerar as derrapagens orçamentais. tornou-se um acto político que é urgente reparar. mas, este ano, todos já tinham obrigação de já ter aprendido a lição.
 pedro passos coelho

opá, a sério? reparar? e para quando é isso? o que se passou na madeira mostrou muito bem, a tal reparação de que tanto falas: nenhuma! ó bando de gentinha falsa... arre!


o dinheiro continuava a faltar. todos os dias, a conta aumentava. umas vezes, eu regularizava a caixa com o meu dinheiro. outras, o gerente. até que um dia, não faltavam só mil, nem dois mil ou 5 mil escudos: 13 mil escudos, era o dinheiro em falta.

reunião extraordinária e ficou decidido que a  conta iria ser dividida por todos. uma colega, porém, opôs-se. quem não tem dinheiro, não tem vícios e eu não estou para financiar os vícios de ninguém.

o gerente resolveu que ficaria assim, então. ou pagavam todos, ou ninguém pagava. ninguém, salvo seja... pagámos nós. porque a caixa tinha que estar regularizada na manhã seguinte.

nessa noite, resolvi mudar as regras do jogo. a caixa passou a ser contada de duas em duas horas e em cada mudança de turno, estivesse a loja cheia ou não. e sempre na presença de duas pessoas. desde aí, nunca mais faltou dinheiro.

 @

quando o presidente da república insistiu que não se deveria fazer uma auditoria às contas do estado, fiquei de orelha arrebitada. onde há fumo... e sim, há mesmo fogo. aliás, um incêncio de várias frentes, completamente descontrolado que queima tudo o que está à sua frente, sem dó nem piedade.

tenho para mim que o tal do presidente[e, por favor, não me venham com tretas que temos de respeitar a figura do presidente e balelas do género que que eu cá só respeito quem me respeita] sabia. do abismo... e escondeu. shame on you! supostamente, deverias zelar por todos nós, pelo país. mas, preferiste meter o rabinho entre as pernas, a cabeça na areia e rezar para que a troika não descobrisse... grande fraude, ó presidente, que tu nos saíste. grande fraude... e ainda tens a lata de vires vomitar postas de pescada como talvez a troika tenha ido longe demais. longe demais, foste tu. incompetente...

este país está assim, rodeado por néscios[gentinha sem discernimento; sem sentido; sem coerência; sem competência; ignorante; incapaz; inepta... uns verdadeiros broncos] por todos os lados. ninguém se aproveita. mas, o povo assim o exige, senão, tipinhos como cavaco, jardim, isaltino, fátima felgueiras, avelino ferreira torres e outros mais, não voltariam a ser candidatos, quanto mais eleitos! a maioria absoluta dos portuguses é, indubitavelmente, estúpida.

@
quero dizer aos portugueses que conto sobretudo com a sua capacidade e ambição.
pedro passos coelho 

são uns líricos, estes tipos. pá. conheço um casal que se mata de trabalhar para pagar as contas. aproveitam o subsídio de férias para o material escolar da menina e o subsídio de natal para regularizar a conta ordenado.  ganham pouco mais que o salário mínimo. e, agora, com o brutal aumento da conta de gás e da electricidade; menos 1,5% direitinhos para adse, aumento de iva e tretas afins... e não é que eles se sentem extremamente motivados??? 

[e meter a capacidade e ambição pelo recto dentro, não? ó palhaços!]

estou enjoada. vou ali vomitar e já volto. ou não. que logo à tarde tenho que sair. porque uma mão cheia de ladrões de colarinho branco e gravata roubaram tudo o que tinham para roubar... mas, não desistem de tentar roubar mais um bocadinho. e, por isso, lá terei que ir gritar para a rua. uma treta. porque estou cheia de dores. foi uma semana muito cansativa e eu sinto-me exausta. mas, tem de ser. porque estas bestas precisam de saber que, apesar da maioria absoluta dos portuguses ser, indubitavelmente, estúpida... ainda há alguns que não o são.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

{yes, i know i´m a bitch and i don't like it but...}

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quem[pensa que] me conhece, acredita que eu sou uma pessoa serena, tranquila, muito paciente... no matter what. só os meus familiares[mais chegados] e amigos[mais íntimos] sabem que não. nada. nop. népias.

a minha psicóloga[yep, psicóloga... ou isso, ou internamento] tinha uma teoria interessantíssima: eu era "um comboio, sem travões, numa descida acentuada" que, com medo de magoar, preferia "engolir sapos" que "deixar saltar a tampa".

pois. é um bocado isso. eu não sou serena ou tranquila nem tão pouco paciente. não, também não sou, totalmente, falsa.[só um nadinha... ] é assim: se me "salta a tampa", sempre que há motivo, a coisa fica feia. por isso, ao longo da minha vida, tenho trabalhado bastante, para melhorar a gerência da minha raiva. e tenho tido sucesso. em 38 anos, só me "saltou a tampa" três vezes e meia[meia, porque até que a coisa não foi assiiimmm tããão feia quanto isso]

hoje, por muito pouco, que a porteira não conheceu o meu verdadeiro eu. pois. sorte que o pequeno estava a dormir e o meu pânico era quase tão grande como a raiva que estava a sentir pela dita personagem. opá. mulherzinha pedante, pá! está sempre a meter-se na vida de todos. sempre que me vê impõe-me um inquérito sobre a vida dos patrões. eu fujo dela como o outro foge da cruz... mas ela está sempre de tocaia... o grande problema é que eu, simplesmente, não lhe respondo. ou, se respondo, é com mentiras deslavadas. e-é-is-so-que-ela-não-con-se-gue-en-go-lir-e-é-por-is-so-que-ela-se-vin-ga. sempre que o gaiato[que é o verdadeiro terrorista e milhões de pior quando é acordado bruscamente] está a dormir, a tipinha berra pela escada. seja qual for o motivo.

ontem, assim que a senti, abri a porta. por favor, o bebé está a dormir... "É PARA CONTAR A LUZ!", sim, mas por favor, o bebé... ´"É PARA CONTAR A LUZ!". opá, ela estava mesmo à minha frente. porra!

[bebé acordou, inferno toda a tarde]

hoje, a m* do alarme da casa dos avós do bebé[que é o verdadeiro terrorista e milhões de pior quando é acordado bruscamente] disparou e a minha colega tocou à porta a pedir ajuda. tenho o bebé a dormir mas espere que já vou ajud... "O ALARME DISPAROU!", "O ALARME DISPAROU!".

opá, além de se ouvir o alarme a tocar[ por que não somos surdas], a zinha da coisinha irritante estava a dois passos da porta, onde nós estávamos. OU-SE-JA-AO-NOS-SO-LA-DO!!! 

[bebé acordou, inferno toda a tarde]

opá... ando nisto há um ano e picos. e juro que não consigo gerir a minha raiva por muito mais tempo. um dia, a máquina acorda. ai, acorda. e sem travões. numa descida. muito acentuada. numa velocidade furisosa. muito furiosa, mesmo.
[e pumba]


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

{não é defeito...}

[há a porcelana que, ao mínino toque, parte-se. nada que uma cola não resolva, mesmo sendo uma cola fraquinha. depois há o pirex. resistente, pode até cair ao chão, uma, duas, três vezes e nem sequer um risco. pior é quando parte. ao contrário da porcelana, não se divide em pedaços grandes. o que não se pulveriza na queda, divide-se em mil e um pedacinhos, espalhados por todo o lado. e não. não há mesmo nada a fazer]

...é feitio.

domingo, 9 de outubro de 2011

{happy days}

[ballotine de frango com cogumelos]

sábado, 8 de outubro de 2011

{adietar*: "a second chance" }

@

conheci algumas pessoas[minhas amigas] a quem lhes foi proferida a sentença. de morte. estádio terminal da doença. sem qualquer hipótese de remissão. nada a fazer... contudo, destas pessoas, três sobreviveram à dita[sentença\doença].

hoje, falam da nova vida onde tudo faz mais sentido. tudo tem uma nova cor, em tudo existe um outro brilho, muito mais intenso, muito mais vivo. falam da segunda hipótese que a vida lhes ofereceu. um renascimento.

[a second chance]

eu também senti isso. os médicos não me disseram que iria morrer da doença. iria, porém, desejar morrer por causa dela. e isso, é quase como uma sentença. e, sim. assim foi. desejei morrer. inclusivé, tentei morrer.

[felizmente, não morri. e, então,  meti os pés ao caminho e procurei a resposta. e encontrei. não foi fácil, confesso. mas, se tudo fosse fácil, hoje não existiriam vitórias a celebrar... e, sem celebrações, a vida ficaria sem graça]

hoje, olho para trás e sinto que a vida me ofertou, de igual modo, uma segunda hipótese. tudo mudou, graças a isso. a maneira como vivo o meu dia-a-dia é diferente da maneira como o fazia, antes da doença.

apesar desta mudança, há dias em que me sinto ruir. há dias em que me apetece desistir. a doença deu tréguas, é verdade. mas a dor crónica ficou. não dói como doía. felizmente. se doesse, sei que essa vontade de morrer, voltaria. não dói ao ponto de ficar durante dias, acamada. mas dói. há dias que dói tanto que o medo regressa. regressam os fantasmas. regressa o desespero. contudo, nestes dias, apesar de doer tanto assim, não dói o suficiente para me reter dentro dos lençóis. vou à minha vida. a custo. mas vou. porque a minha vontade de viver também sofreu a derradeira alteração. hoje, acordo a sorrir e com vontade de a viver. já consigo saltar[sem exageros], dançar, brincar. e correr[sim, também consigo correr].

é. posso dizer que sim.
a vida ofertou-me,
de igual modo,
uma segunda hipótese.
e faço tudo por tudo
para não me esquecer disso.

conheço muitas pessoas que deambulam pela vida[tal como eu deambolei antes da doença chegar, tal como aquelas pessoas[minhas amigas], antes de se apereceberem que a vida chegaria ao fim, em breve]. e, todos os dias, cruzo-me com outras tantas pessoas, verdadeiros autómatos: não vivem a vida. a vida vive por elas.

olho para estas pessoas, olho para as minhas amigas, olho para mim... e pergunto-me porquê?... porque é que temos que passar por algo tão terrível como uma sentença à morte, para acordarmos?

[eu já acordei... e tu?]

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

{carregamentos móveis}


[o joão estava a ver o csi e acabou por adormecer num dos intervalos]

terça-feira, 4 de outubro de 2011

{autarca pede prescrição e redução de pena}





domingo, 2 de outubro de 2011

{happy days}

[cannellonis de bacalhau com legumes]

{seriously?!}

eu estou aqui para agradar o povo e não para agradar a ministros. tudo o que eu fiz foi para ajudar o povo madeirense. começa a esgotar a paciência à madeira.

alberto j jardim

opá, sério? começa a esgotar a paciência à madeira???


pessoas que defendeis a.j.j.: por acaso, conheceis algum político que ajude, realmente, o povo? uhm... estais um nadinha confusos, não??? pobres de vós, cabeçinhas vazias. 

[arre! pessoinhas burrinhas... coitadinhas]

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o povo madeirense continua pobre e sem recursos. estou a falar do verdadeiro povo madeirense e não do povo do funchal que a.j.j. tanto insiste em exibir. estou a falar dos madeirenses que vivem sem água, sem comida, sem nada. porque nada têm. dos desgraçados que, ainda hoje, dois anos após a tragédia de vinte de fevereiro, continuam a [sobre]viver em serra de água nos escombros que sobraram... escombros a que chamam casa, porque não têm mais para onde ir. 

[parece que o dinheiro que deveria ter chegado à ribeira grande, foi gasto em coisitas mais importantes, como estádios, jornais de auto-promoção e outros brinquedos caros]

a.j.j. está sempre a gritar que portugal não é só o continente. concordo. mas acrescento: madeira não é só o funchal.

[e, sim... a.j.j. enriqueceu às custas de politiquices. 
e quem o defende, ou é estúpido... ou é estúpido. 
mas, burro, não. estaria a ofender o bicho ]

sábado, 1 de outubro de 2011

{eu gosto é do verão, sim...}


 ...e não me importo nada de continuar a usar vestidos, sandálias e camisolas de alças. por mim, o verão deveria delongar-se, pelo menos, até ao natal porque eu preciso de sol para viver e o inverno deprime-me. 

só há um probleminha. o calor. pois. não me dou lá muito bem com o dito. são as minhas articulações, sabem? elas ficam, assim, inchadas, como pequenos balões. por isso, são pedro, amiguinho... as temperaturas podem descer, pelo menos, até aos 25º? por favor?...